Desde a minha infância venho aprendendo, de diversas formas, sobre generosidade. E, nesses anos todos, meio século de vida, percebi que são poucas as pessoas que ensinam e que praticam o que estão ensinando como verdades absolutas.
domingo, 29 de agosto de 2010
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Fotos da Bienal e Lançamento no Rio!
Algumas fotos para nos dar o gostinho de como foi a Bienal, cobrei muitas fotos já que infelizmente não pude prestigiá-la em São Paulo.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Benditos laços que nos unem.
A Bienal foi uma experiência e tanto. Nunca pensei que pudesse mexer tanto com minhas emoções. Mas mexeu, e como mexeu. É o início, e como todo início traz inseguranças, questionamentos, alegrias, mas muitas incertezas também.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Bienal de SP – estou a caminho
É minha primeira Bienal, por isso mesmo, sem grandes pretensões. Não conheço quase ninguém em São Paulo e também não sou conhecida por lá, um desafio e tanto!
Mesmo assim felicíssima com a oportunidade. Não vejo a hora de embarcar e pisar pela primeira vez num território como escritora.
Mesmo assim felicíssima com a oportunidade. Não vejo a hora de embarcar e pisar pela primeira vez num território como escritora.
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domingo, 15 de agosto de 2010
“Morre lentamente...”
Sou fã de muitos autores, cada um ocupa ou ocupou um espaço em determinadas épocas da minha vida. Sou do tipo de gostar de ler mais de um livro de uma vez, mas isso também depende do momento em que esteja vivendo.
Leio a Bíblia praticamente todos os dias, e de tudo um pouco. Por isso mesmo acabei me tornando bem eclética. Mas, como todo mundo, tenho meus preferidos. Entre esses, que são muitos, vou destacar apenas cinco: Victor Hugo, Mitch Albom, Pablo Neruda, Irvin D. Yalom, Augusto Cury.
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quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Ainda bem que mulheres têm clube! Como tudo começou...
Eu sempre gostei muito de lidar com gente, talvez por isso mesmo tenha escolhido a profissão de professora. Aprendo muito em uma sala de aula além de me sentir útil de alguma forma.
Além disso, na convivência diária com as pessoas que fazem parte do meu ciclo de amizades, gosto de falar, ouvir, acolher, rir, ligar e encontrar quantas vezes for preciso, para ser ombro ou mesmo comemorar. Acho que essa minha característica me fez acumular, no decorrer dos anos, muitas amigas.
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domingo, 8 de agosto de 2010
Pai
Numa época de tantos divórcios, há de se parabenizar pais que, nesse processo doloroso, conseguem separar a função eterna de pai com a de ex-marido.
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Homem não tem clube
Segundo meu marido, homem não tem clube, só se for de futebol. Mas, se pudesse ser diferente, eu criaria um clube para os meus queridos amigos do sexo oposto.
Eu sou da opinião que mulheres podem sim ter amizades com homens sem haver outros interesses. Também acho que, se já houve interesse de uma das partes no passado, resolvida a questão, essa pessoa pode vir a ser um grande amigo, digamos quase irmão.
Eu sou da opinião que mulheres podem sim ter amizades com homens sem haver outros interesses. Também acho que, se já houve interesse de uma das partes no passado, resolvida a questão, essa pessoa pode vir a ser um grande amigo, digamos quase irmão.
sábado, 31 de julho de 2010
Raio X
Um pouco do que me encanta...
Um lindo jardim, criança sorrindo, encontros com amigas, casa toda decorada de branco, café na cama, receber flores, fidelidade e bilhetinhos.
domingo, 25 de julho de 2010
Copa 2010 (Um tanto quanto atrasado, mas antes tarde do que nunca)
Não sou muito de futebol, embora tenha um pai fanático pelo Vasco. Na minha adolescência gostava de dizer que era flamenguista, era moda. Toda menina tinha que ser flamenguista, gostar da jovem guarda, andar de calça Lee legítima e ter um par de sapatos Souza.
Meu filho primogênito diz que torce pelo América. Mas isso só para fugir de qualquer tipo de discussão (nada contra o time, mas, por ter uma torcida bem menor, acaba por inibir qualquer comentário).
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Cissa
"Ninguém sabe o que é amor de verdade até ter um filho". ... Ninguém sabe o que é dor de verdade até perder um filho.
sábado, 17 de julho de 2010
Bienal de SP – aí vamos nós!!!
Recebi hoje a capa do meu primeiro romance para minha apreciação. E o primeiro, vocês sabem, “o primeiro ninguém esquece”. Quanta emoção!!! Embora tenha acompanhado de perto a criação, trabalho competente de uma ex-aluna chamada Roberta Souto, na hora que me deparei com ela prontinha, fiquei paralisada, olhando, olhando e olhando.
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Gavetas e mentes
Manter as gavetas organizadas não é uma tarefa muito fácil, principalmente se você for uma pessoa muito agitada, pra não dizer a palavra da moda “hiperativa”. Mas, um mínimo de organização é preciso para que a vida transcorra melhor.
domingo, 20 de junho de 2010
Nem tudo é tão sério por aqui. Para descontrair um pouquinho.
Copa e Moda
Nem só de futebol vive a copa, as mulheres que o digam. Sempre adorei um chapéu, mas este ano, depois das irritantes vuvuzelas, os cachecóis tomaram conta dos visuais femininos e masculinos. Dá uma olhada em alguns modelitos abaixo, cada um mais lindo que o outro.
Nem só de futebol vive a copa, as mulheres que o digam. Sempre adorei um chapéu, mas este ano, depois das irritantes vuvuzelas, os cachecóis tomaram conta dos visuais femininos e masculinos. Dá uma olhada em alguns modelitos abaixo, cada um mais lindo que o outro.
domingo, 13 de junho de 2010
Vanguarda, eu?
“O que precede, por sua audácia, sua época”. Esta é uma das definições para a palavra vanguarda, retirada de um mini dicionário, cujo autor desconheço.
Fui chamada assim por uma aluna que, na verdade, queria dizer que eu era ultrapassada.
Ao longo dos meus mais de 20 anos de magistério, já encontrei de tudo, desde ricos abandonados, pobres indefesos e gênios. Convivi também com verdadeiros mestres e com carrascos implacáveis, incapazes de se comoverem com uma lágrima, uma súplica ou mesmo um pedido de socorro
Fui chamada assim por uma aluna que, na verdade, queria dizer que eu era ultrapassada.
Ao longo dos meus mais de 20 anos de magistério, já encontrei de tudo, desde ricos abandonados, pobres indefesos e gênios. Convivi também com verdadeiros mestres e com carrascos implacáveis, incapazes de se comoverem com uma lágrima, uma súplica ou mesmo um pedido de socorro
sábado, 29 de maio de 2010
Enfim eu tenho um blog ...
Começo timidamente... pode ser que um dia melhore...
Depois de tantos pedidos, coloquei no ar o blog do meu primeiro romance – O Clube do Salto. E, junto com ele, instalei na minha mente uma grande preocupação: terei que alimentá-lo.
Isso me faz lembrar bichinhos de estimação. Acho que nunca quis ter um porque sempre soube que dava muito trabalho. Nem um tal brinquedinho, chamado tamagoshi, eu consegui manter, pois nem bem comecei e já o matei de fome.
Depois de tantos pedidos, coloquei no ar o blog do meu primeiro romance – O Clube do Salto. E, junto com ele, instalei na minha mente uma grande preocupação: terei que alimentá-lo.
Isso me faz lembrar bichinhos de estimação. Acho que nunca quis ter um porque sempre soube que dava muito trabalho. Nem um tal brinquedinho, chamado tamagoshi, eu consegui manter, pois nem bem comecei e já o matei de fome.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Bienal de São Paulo
Contamos com a presença de todos para prestigiar o lançamento do livro "O Clube do Salto" na bienal de São Paulo!! O Pré-lançamento será no dia 21 de agosto pela editora Litteris.
quinta-feira, 6 de maio de 2010
De Mãe para Mãe
Que sentimento é este que me assola desde a minha meninice, quando das brincadeiras colocava uma boneca no colo pra ninar.
Que sentimento é este que, enquanto eu crescia, não me abandonou e que de tempo em tempo se manifestava esperando o momento certo de aflorar.
Que sentimento é este que, enquanto eu crescia, não me abandonou e que de tempo em tempo se manifestava esperando o momento certo de aflorar.
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Sinopse
O clube do salto é uma história de oito amigas de infância e se desenvolve num subúrbio do Rio de Janeiro.
O livro inicia-se na década de 60-70 e vai até os dias atuais, narrando as situações vividas por seus personagens, nas diferentes épocas da história do país.
Tudo começa com a mudança de Alice, a narradora da trama, para o bairro. Ela, no fundo do quintal de sua casa, monta um clubinho da “Luluzinha” para fazer frente ao clube dos meninos.
O livro inicia-se na década de 60-70 e vai até os dias atuais, narrando as situações vividas por seus personagens, nas diferentes épocas da história do país.
Tudo começa com a mudança de Alice, a narradora da trama, para o bairro. Ela, no fundo do quintal de sua casa, monta um clubinho da “Luluzinha” para fazer frente ao clube dos meninos.
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